Hollow Knight: Silksong saiu e o meme de espera eterna finalmente tem um final feliz

abril 21, 2026

Hollow Knight Silksong, sim isso aconteceu de verdade. Seis anos. Seis anos de “Silksong quando?” nos comentários de qualquer post de games, seis anos de meme, seis anos de pessoas duvidando que o jogo existia de verdade. Em 4 de setembro de 2025, a Team Cherry foi lá e lançou o jogo sem aviso prévio de data, derrubou a Steam, a eShop e a PlayStation Store de uma vez, e entregou um dos jogos mais bem avaliados da história dos metroidvanias. E agora, com o DLC gratuito Sea of Sorrow a caminho em 2026, é a hora perfeita de falar sobre tudo isso.

O que você precisa saber?

Hollow Knight saiu em 2017 um metroidvania independente criado por três caras australianos da Team Cherry, que custou menos de quinhentos mil dólares pra fazer e se tornou um dos jogos mais amados da geração, vendendo mais de 15 milhões de cópias. Em fevereiro de 2019, a equipe anunciou Silksong: o que começou como um DLC protagonizado por Hornet a personagem misteriosa do jogo original — cresceu tanto em escopo que virou um jogo completamente novo, com um mundo inédito, novo sistema de combate, novas mecânicas. E então começou a espera.

Seis anos de silêncio, aparições misteriosas em Directs da Nintendo, memes, teorias conspirando que o jogo não existia. A Team Cherry manteve tudo em segredo absoluto inclusive recusou enviar cópias para a imprensa antes do lançamento de Hollow Knight Silksong, o que é raríssimo na indústria. A justificativa foi simples e direta: seria injusto que jornalistas jogassem antes dos apoiadores originais do Kickstarter. No dia 4 de setembro de 2025, o jogo saiu em todas as plataformas ao mesmo tempo PC, PS4, PS5, Xbox, Switch, Switch 2 disponível também no Game Pass. Em três dias, mais de cinco milhões de jogadores já tinham entrado em Pharloom.

Hollow Knight: Silksong

O que a crítica achou e onde a galera se dividiu?

A recepção foi histórica de Hollow Knight Silksong. Com nota 94 no OpenCritic e nota impressionante no Metacritic desde os primeiros reviews, Silksong foi chamado de “obra-prima” e “o melhor metroidvania já feito” por vários veículos. A Gamereactor deu nota perfeita. O IGN chamou de “definitivo do gênero”. No Steam, chegou a 98% de avaliações positivas com pico de 535 mil jogadores simultâneos — o terceiro maior da plataforma na época, atrás só de DOTA 2 e CS2. Pra um jogo indie feito por um estúdio minúsculo, é surrealista.

Mas sabe onde a galera se dividiu? Na dificuldade. Hollow Knight Silksong é mais difícil que o original significativamente. O dano de chefes é alto, alguns combates com minions simultâneos causam confusão genuína, e o jogo não explica muita coisa, largando você no mundo de Pharloom pra descobrir sozinho. Quem já veio com a mentalidade de Hollow Knight, Dark Souls ou qualquer soulslike, se adaptou rápido. Quem chegou esperando algo mais acessível levou um susto — e foi vocalizar nas redes sociais.

A história também estrutura diferente: Hollow Knight Silksong tem três atos, e parte da crítica pontua que o começo é mais lento, com o sistema de side-quests parecendo simples demais, mas que tudo clica e ganha peso absurdo nos atos finais. É o tipo de jogo que precisa de paciência pra entregar o que promete.

A análise do Tudo Geek

Olha, eu precisei colocar Silksong Knight no contexto certo pra conseguir aproveitá-lo. Esse jogo não é pra quem quer uma aventura tranquila ele te respeita o suficiente pra não te dar a mão em nenhum momento. É tipo se o Fumito Ueda fizesse um metroidvania depois de estudar cada mecânica do gênero por sete anos. A Hornet se move de um jeito que o Cavaleiro do primeiro jogo nunca moveu ela é acrobática, rápida, e o combate tem uma sensação de precisão que poucos jogos indie alcançam.

O que me impressionou mais não foi a dificuldade nem o tamanho — foi a coerência artística. Pharloom tem uma identidade visual e sonora própria, distinta de Hallownest, com uma trilha sonora orquestral que é facilmente uma das melhores de qualquer jogo de 2025, grande ou pequeno. Cada área conta uma história pelo design, sem precisar de uma caixa de texto explicando nada.

As críticas sobre mapa confuso e alguns picos de dificuldade artificial têm fundamento — não vou mentir. Mas são pequeníssimas na escala do que o jogo entrega. É aquele tipo de jogo que você termina e fica em silêncio por uns dez segundos antes de conseguir processar que acabou.

E o DLC Sea of Sorrow, anunciado em dezembro de 2025 e previsto pra 2026, vai ser gratuito — o que é exatamente o que se esperava da Team Cherry, que tratou o primeiro jogo com o mesmo carinho pós-lançamento. Se você ainda não jogou, agora é a hora perfeita: o jogo custa R$ 60 no PC e está no Game Pass.

O que esperar

O DLC Sea of Sorrow chega em algum momento de 2026 sem data definida ainda, com novas áreas, chefes e ferramentas numa aventura marítima com a Hornet. A Team Cherry sinalizou que pode vir mais conteúdo depois disso. O jogo original também ganhou uma versão melhorada pra Switch 2, e está recebendo atualizações de qualidade de vida no PC via beta público na Steam.

Depois de tanto esperar, esta na hora do gamer/geek aproveitar essa jogatina de primeira e se desconectar da realidade um pouquinho. Claro que se você puder aproveite a aventura, mas se for daqueles que quer zerar a qualquer custo, ta ai um bom desafio.

Você já jogou Silksong ou ainda está com medo da dificuldade? Conta nos comentários como tá sendo a experiência!

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