Para tudo. Coloca o Diablo no download agora. Diablo IV: Lord of Hatred lança oficialmente em 28 de abril terça-feira e os reviews de quem jogou antecipadamente já chegaram com uma mensagem clara: é a expansão que o jogo sempre mereceu. Paladino voltando depois de décadas de ausência, um Bruxo que invoca demônios de forma absurdamente satisfatória, Skovos como o cenário mais impressionante que Diablo IV já teve, o Cubo Horádrico de volta melhorado, e Mefisto agindo como um falso profeta para corromper a fé de um povo inteiro. Tô dentro.
O que você precisa saber antes de entrar em Santuário
Diablo IV chegou em 2023 como um retorno glorioso da franquia depois de anos de Diablo Immortal manchando o nome da série. A expansão Vessel of Hatred chegou em 2024 e aprofundou a narrativa com Neyrelle tentando conter Mefisto dentro de si mesma enquanto a ameaça crescia nas selvas de Nahantu. O cliffhanger foi brutal e deixou a galera sem resposta por mais de um ano. Lord of Hatred é a conclusão desse ciclo, o que a Blizzard chama de Era do Ódio, e leva tudo para Skovos, o berço da humanidade dentro do universo Diablo, terra das Amazonas e local mais antigo que a franquia já explorou.
Quem fez pré-venda já está jogando como Paladino desde a semana passada. O Bruxo, a segunda classe nova, fica disponível no lançamento oficial de terça. E a expansão vem acompanhada de um patch gigante que reformula sistemas de endgame, traz o Filtro de Saques, o Cubo Horádrico expandido, os Planos de Guerra e os Talismãs tudo disponível gratuitamente pra quem já tem o jogo base.

O que tem de novo e o que os primeiros reviews disseram
Skovos é o destaque absoluto. A região tem biomas completamente distintos vulcões no oeste, florestas densas no leste e áreas alagadas cheias de templos em ruínas no meio com o Ódio de Mefisto presente em cada detalhe visual. A cidade principal tem uma estética mediterrânea que destoa de tudo que Diablo IV mostrou até hoje no bom sentido. Reviews descreveram como o cenário mais vivo e intencional da franquia até hoje.
Na narrativa, Mefisto não chegou como monstro chegou como profeta. Ele se disfarça de líder benevolente para corromper a fé dos habitantes de Skovos por dentro, manipulando a religião local para espalhar o Ódio. É uma sacada de roteiro que eleva ele de vilão genérico a ameaça genuinamente perturbadora. Lilith retorna numa posição ambígua inimigo do meu inimigo numa virada que vinha sendo construída desde o jogo base. Lorath, o personagem de suporte favorito da comunidade, tem aqui o melhor arco da sua história na franquia.
O Bruxo é a verdadeira novidade em termos de classe. O sistema de recursos é dividido entre Ira e Dominância: Ira alimenta invocações rápidas como bombardeios e garras, Dominância alimenta demônios pesados e torres. É um ritmo completamente diferente de qualquer outra classe do jogo — mais estratégico, mais caótico no tela, e segundo quem testou, absurdamente poderoso do jeito que vai fazer você sorrir até o nerf inevitável chegar. O Cubo Horádrico voltou com funções expandidas de crafting, e os Planos de Guerra resolvem a maior reclamação histórica do endgame de Diablo IV — a falta de direção sobre o que fazer depois de terminar a campanha.
A única crítica consistente nos reviews é a duração da campanha: cerca de 10 horas para zerar tudo. Parte da galera defende que dura o quanto precisa. Outra parte acha pouco pra uma expansão que custa R$ 175. É o debate mais legítimo sobre o conteúdo.
A análise do Tudo Geek
Cara, o que mais me impressiona em Lord of Hatred não é nenhuma mecânica nova isolada — é o fato de a Blizzard ter ouvido. O Paladino era a classe mais pedida desde o lançamento de Diablo IV. O Cubo Horádrico era saudade constante de Diablo II. O endgame sem direção clara era a reclamação mais recorrente da comunidade. Lord of Hatred resolve os três ao mesmo tempo e ainda entrega Skovos como o cenário mais ambicioso do jogo.
O preço de R$ 175 é o ponto que divide. 10 horas de campanha principal é pouco no papel, mas Diablo nunca foi um jogo de campanha — é um jogo de endgame. Se os Planos de Guerra e o Cubo Horádrico entregam dezenas de horas de conteúdo pós-campanha de qualidade, o valor se justifica. Se você joga só a história e larga, pode frustrar. Conhece seu estilo de jogo antes de comprar.
O que me deixa mais animado é o que isso abre pra frente. A Blizzard sinalizou que Lord of Hatred encerra a Era do Ódio mas não encerra Diablo IV. Uma nova era está começando — e com o Cubo Horádrico reformulado, os Planos de Guerra e duas classes novas cheias de builds pra explorar, o jogo tá no melhor momento desde o lançamento.
Ah, e o Korn gravou uma faixa original exclusiva pra trilha sonora. Já disponível nas plataformas de streaming. É o tipo de detalhe que resume bem o nível de entrega dessa expansão.
O que esperar
Lord of Hatred lança terça-feira, 28 de abril, para PC, PS5, PS4, Xbox Series e Xbox One. O pré-download já tá disponível. Quem fez pré-venda já pode estar jogando como Paladino agora. A Blizzard prometeu um patch de Dia 1 para resolver problemas técnicos de carregamento de texturas que apareceram nos reviews. Novas temporadas com conteúdo adicional devem seguir ao longo de 2026.

Você vai com Paladino ou Bruxo? E quem já tá jogando desde o acesso antecipado o que tá achando até agora? Comenta aqui embaixo!



